Você já conhece os ganhos da impressão 3D na área da saúde? Essa tecnologia vem ajudando diversos profissionais e departamentos no desenvolvimento de projetos inovadores.
Os pesquisadores da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) criaram minifígados capazes de exercer todas as funções normais do órgão. A novidade deve permitir, segundo a FAPESP, a produção de tecido hepático em até 90 dias.
O estudo foi realizado no Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL) e utilizou técnicas combinadas da bioengenharia, como a reprogramação celular e produção de células-tronco pluripotentes, com a bioimpressão 3D. A tática possibilitou que o novo tecido hepático pudesse manter suas funções naturais por um período maior que o registrado em trabalhos anteriores.
Essa inovação chega para que, num futuro próximo, um paciente não precise mais esperar na fila de doação de órgãos. Com a utilização de suas próprias células será possível fabricar um fígado novo e saudável. Essa é uma ótima forma de utilizar a impressão 3D na área da saúde.
Reportagem completa sobre a impressão 3D na área da saúde
Para mais informações sobre como está sendo utilizada a impressão 3D na área da saúde, confira a matéria completa no site da agência FAPESP.
Já pensou em utilizar um filamento flexível com os mesmos parâmetros (inclusive velocidade de impressão) do filamento PLA? Com o filamento PLA Flex isso é possível!
Quem trabalha com impressão 3D há um tempo sabe como é difícil acertar na fabricação de peças flexíveis. Diversos erros podem acontecer e causar a perda de todo o trabalho. Porém, com a utilização do filamento PLA Flex da 3D Lab isso é muito menos provável de acontecer.
Feito de Poliuretano Termoplástico, o nosso filamento PLA Flex pode ser utilizado em qualquer impressora 3D, desde que a máquina possua mesa aquecida. Ele é indicado para a fabricação de peças que necessitem de resistência a impacto e flexibilidade.
Criamos este conteúdo para mostrar como imprimir com o filamento e as suas características. Confira!
Qual a diferença entre o filamento PLA e PLA Flex?
O filamento PLA, ou Ácido Polilático, é um dos materiais mais utilizados no mercado de impressão 3D. Ele possui diversas propriedades que o fazem ser uma opção excelente para quem precisa imprimir com qualidade superior. O que diferencia este material do PLA Flex é justamente a flexibilidade que o segundo oferece em relação ao primeiro.
Semelhantes em alguns aspectos, o PLA Flex possui uma base rígida tal qual ao filamento PLA. Essa característica permite que a impressão seja feita com uma velocidade mais alta, ao contrário de outros filamentos flexíveis, com bases mais maleáveis.
Quais as vantagens e desvantagens de se utilizar o PLA Flex?
A principal vantagem em utilizar este filamento é a possibilidade de velocidades de impressão mais alta
Como dito anteriormente, o PLA Flex tem uma rigidez levemente superior ao filamento flexível normal. Isso permite trabalhar com velocidades em torno de 40 a 60mm/s. Já o filamento Flexível, também disponível no nosso site, tem velocidade de extrusão sugerida em torno de 20mm/s.
A maior facilidade de impressão é explicada pela chance menor dele dobrar entre o tracionador e o extrusor.
Como configurar a sua impressora para utilizar o filamento?
Para usar o filamento PLA Flex você pode baixar o arquivo pronto, disponibilizado na página do produto, na aba de “Downloads”.
O arquivo que disponibilizamos é para ser utilizado no software fatiador Cura 3D e uma impressora padrão, podendo ser necessário alguns ajustes como volume de impressão etc.
Então, caso você use outro software ou queira entender os parâmetros, confira as seguintes recomendações:
Temperatura do extrusor: de 230ºC a 245ºC
Temperatura da mesa: 60ºC
Distância de retração: 2 milímetros
Velocidade de retração: 10 milímetros por segundo
Fator de extrusão: 1,0 (100%)
Tipo de extrusor: pode ser usado em qualquer tipo. Mas, para extrusores All Metal é recomendado usar lubrificação com óleo lubrificante (óleo de máquina ou até azeite)
Extrusion Width: 0,48mm (largura de extrusão padrão)
Pronto! Com essas informações, com certeza você vai imprimir com qualidade utilizando na sua impressora 3D.
Porém, lembre-se: para o sucesso de qualquer impressão é necessário ter uma boa máquina e um filamento de qualidade! Aproveite para adquirir agora mesmo os melhores filamentos para impressão 3D do país!
Você já parou para pensar se existe alguma ligação entre a altura da camada definida no software fatiador e impressões 3D mais resistentes? Neste conteúdo vamos explicar como a espessura da camada pode influenciar na resistência final da sua impressão.
Quem curte ou trabalha com impressão 3D sabe que são diversas as variáveis que influenciam no resultado de uma peça. Entre os muitos parâmetros que devem ser observados, um dos mais importantes está relacionado à altura da camada.
Normalmente, quando se fala em altura da camada de impressão, estamos nos referindo diretamente à qualidade superficial da peça a ser impressa. Contudo, muitos fazem uma correlação entre a espessura da camada e impressões 3D mais resistentes.
Mas será que essa é uma afirmação sempre verdadeira? Vamos te ajudar nessa resposta!
O que é a altura da camada em impressão 3D
A altura da camada diz respeito à espessura de filamento que será depositado durante o processo de impressão. No modelo mais comum, o material é colocado camada após camada de maneira uniforme. A máquina insere filamento num nível inteiro e repete este passo até a finalização do projeto.
Geralmente, camadas mais finas permitem melhores acabamentos e menos efeito de “escada”, contudo, aumentam exponencialmente o tempo de impressão. Na verdade, o tempo dedicado à impressão é inversamente proporcional à altura da camada.
A grande maioria das impressoras 3D disponíveis no mercado imprimem camadas com alturas entre 0,05 milímetros à 0,4 milímetros. Porém, nem sempre a espessura do bico define a “resolução” da peça que será impressa.
O que é realmente determinante para a altura da camada é a quantidade de filamento que passa pelo bico e é projetado sobre a mesa, além da variação do eixo Z em relação a ultima camada. O software de impressão precisa calcular a velocidade do motor e tração a serem exercidos no filamento, permitindo que saia apenas o que é necessário em cada intervalo de tempo.
Espessura versus resistência
Não são poucos os usuários que afirmam existir alguma relação entre a altura da camada e impressões 3D mais resistentes. Alguns dizem que peças com camadas mais finas possuem maior resistência, em comparação às peças com camadas mais grossas. Será?
Camadas mais finas podem sim ser mais fortes porque o material fundido é extraído mais próximo do bico. Devido à baixa distância, a camada feita logo antes também aquece e ajuda na ligação entre as duas.
Além disso, como menos plástico é expelido de cada vez, o material permanece por mais tempo em zona de fusão, aquecendo e derretendo de maneira uniforme. Também é possível dizer que a densidade das peças com camadas mais finas seja maior devido às lacunas mais estreitas que existem entre as linhas já impressas.
O risco das camadas mais finas
Há de se considerar um aspecto estatístico em relação à espessura das camadas. Com a utilização de diâmetros maiores, menos camadas serão impressas para produzir a mesma peça. Isso faz com que se diminua o risco de erro no processo.
Já com a utilização de espessuras menores a impressão demora mais tempo porque mais camadas serão impressas e, consequentemente, erros variados podem acontecer.
Portanto, é preciso cercar-se de cuidados para escolher com inteligência a espessura ideal de camada para cada projeto.
Teste final para impressões 3D mais resistentes
Como nenhum martelo pode ser batido antes de uma investigação aprofundada, recomendamos que você assista ao vídeo disponível logo abaixo, feito pelo canal CNC Kitchen. Nele são feitos diversos testes de resistência com peças impressas em variadas espessuras de camadas. O conteúdo está em inglês, mas existe a possibilidade de legendas em português. Confira:
Bom, esse foi o nosso conteúdo de hoje! No vídeo você viu que além da altura da camada, existem muitos outros parâmetros que desempenharão um papel importante na resistência das suas impressões 3D. Além de existirem características inerentes de cada material, a temperatura de extrusão e a utilização da peça em sua vida útil podem influenciar nesse quesito.
Um objeto em 3D tende a ser mais resistente à força externa quando essa é empregada em sentido perpendicular ao ângulo das camadas impressas. Já quando segue o sentido da impressão, a resistência tende a diminuir. Lembre-se disso!
Agora que você viu como deixar as impressões 3D mais resistentes com a altura de camada, confira nosso outro conteúdo com mais dicas para tornar as peças mais fortes.
Confira as especificações e configurações de impressão do filamento Tritan, o novo produto à venda no site da 3D Lab
O filamento Tritan é um material que possui características únicas para impressão 3D. Além de possuir alta resistência mecânica, ele também suporta temperaturas mais elevadas do que outros materiais, como PLA, ABS e PETG.
Produzido a partir de copoliéster, o Tritan é um filamento durável que permite a construção de peças de alta resistência.
Quer saber mais sobre o filamento Tritan? Hoje vamos falar sobre esse material, lançamento da 3D Lab!
Onde o filamento Tritan é utilizado
Por ser um material que resiste a altas temperaturas e pressão, o Tritan é comumente utilizado na área de engenharia para a fabricação de peças mecânicas.
Além disso, seu uso é ideal para a impressão de peças grandes porque possui baixa contração e quase nenhum warping.
Comparação com outros filamentos
Ao ser comparado com outros materiais, o Tritan chama a atenção por suas características particulares. De todos os filamentos vendidos pela 3D Lab, ele é o que tem maior resistência mecânica e a impactos. O PETG vem logo atrás no ranking.
A resistência química do Tritan também é maior, por isso as peças feitas em Tritan podem ser lavadas em lava louças. Em objetos de paredes grossas, o Tritan é mais transparente que o PETG.
Além disso, os dois são livres de BPA, metais pesados, halógenos, estirênicos e acrilonitrila.
O Tritan também é conhecido pela boa resistência térmica, suportando até 110ºC. Em contrapartida o ABS, segundo da lista, aguenta em torno de 95ºC.
Os parâmetros de impressão do Tritan
Para que as peças sejam impressas corretamente é importante seguir as recomendações de impressão para o filamento. Confira:
temperatura de extrusão entre 260ºC a 280ºC, a depender da velocidade da impressora. Mas atenção: verifique com o fabricante qual a temperatura máxima que a sua máquina pode atingir;
mesa aquecida em 110ºC;
retract: 1,5mm;
fator de extrusão: 1,0 (100%);
extrusion width: 0,48mm (largura de extrusão padrão).
Uma característica importante do filamento Tritan é a necessidade de uma temperatura de extrusão mais alta. Isso cria uma dificuldade para impressoras que têm tubo teflon, uma vez que esse material tem resistência térmica menor do que a de extrusão.
Agora que você já sabe como imprimir com o filamento Tritan da 3D Lab, que tal ser um dos primeiros a testá-lo? Acesse o nosso site e abasteça já o seu estoque!
Imprimir com perfeição requer prática, conhecimento e paciência! Alguns erros, mesmo simples, podem deixar sua peça com uma aparência bem ruim. Porém, temos o passo a passo para você ter sucesso!
Quem não deseja imprimir com perfeição? A impressão 3D é uma tecnologia bem sensível e pequenas mudanças podem interferir muito no resultado final.
Ter uma máquina bem calibrada com certeza faz toda a diferença na impressão da sua peça. No entanto, a verdade é que a grande maioria dos usuários não sabe como chegar até essa perfeição, infelizmente!
Encontrar os melhores parâmetros de impressão, calibrar a impressora, escolher o filamento certo e ainda como garantir que ele tenha a melhor e maior vida útil possível. Essas são só algumas dúvidas comuns da comunidade de impressão 3D.
Então, pensando nisso criamos um material especial, um e-book em formato de infográfico com o passo a passo para você calibrar a sua máquina, preparar melhor o material, cuidar dos filamentos, dicas de configuração dos parâmetros e muito mais!
Fatores que influenciam para imprimir com perfeição
Nós listamos 4 grandes fatores que são responsáveis pela qualidade final da suas impressões. Confira agora quais são eles:
A sua impressora 3D
As condições do ambiente em que ela está instalada
Dentro de cada um desses pontos há cuidados que devem ser tomados e mostramos cada um deles, de forma detalhada.
Esse material especial será disponibilizado para você baixar e acessar sempre antes de iniciar uma impressão 3D, garantindo assim que você tenha as melhores condições para imprimir com perfeição.
Portanto, para baixar o guia é só você clicar no botão a seguir.
Não se esqueça de sempre conferir os nossos novos conteúdos postado no Blog e fique por dentro das novidades da 3D Lab e da comunidade de impressão 3D. Boa leitura e aproveite o material!
Universidade do Maine cria barco impresso em 3D de 2,2 toneladas em 72 horas utilizando a maior impressora 3D do mundo.
A Universidade do Maine, nos Estados Unidos, entrou para o Guinness World Records com três anotações de uma só vez. O feito aconteceu no dia 10 de outubro, depois que uma equipe da Universidade usou a maior impressora 3D do mundo para fazer o maior barco já impresso que, por sua vez, também é o maior objeto já produzido com a tecnologia.
Confira no vídeo o processo completo:
Barco impresso em 3D
O barco foi carinhosamente chamado de 3Dirigo (trocadilho para Dirigo, lema em latim do estado do Maine) e demorou 72 horas para ficar pronto. A embarcação tem 7 metros de comprimento e custou cerca de 40 mil dólares.
Após a impressão, foram realizados testes para simular o comportamento do barco em mar aberto, numa bacia artificialmente criada chamada W2 Wave-Wind. O momento foi um marco na história da Universidade de Maine, que segue na vanguarda de pesquisas e desenvolvimento de materiais de ponta para impressão 3D.
Segundo a Universidade, a maior impressora do mundo tem capacidade para fazer objetos de até 30 metros de comprimento, 6,5 metros de largura e 3 metros de altura. A máquina imensa possui recursos de fabricação aditivos e subtrativos precisos e também permite prototipagem rápida para aplicações civis e de defesa.
O representante dos EUA no 2º distrito congressional do Maine, Jared Golden, ficou animado com todas as possibilidades que o sistema de impressão 3D pode permitir.
“O trabalho deles, com o barco e a impressora 3D que temos aqui, tem um potencial impressionante de mudar a maneira como produzimos todo tipo de material – incluindo a fibra de madeira”.
A Universidade também informou que o barco não é o maior objeto que pode ser construído utilizando a impressora 3D. A máquina tem a capacidade de fabricação de peças de 30 metros de comprimento por 7 metros de largura e 3 metros de altura.
Próximos projetos
Entre as próximas ideias de impressão está um sistema de abrigo para soldados que pode ser montado com muito mais rapidez que outros já existentes.
O uso dos fatiadores 3D é indispensável para o processo de impressão. Com eles você vai configurar os parâmetros da sua peça, como altura de camadas, temperatura, preenchimento e muitas outras características. Conheça neste conteúdo um pouco mais sobre três deles: Simplify, Cura e o Slic3r.
Se você já tem ou pretende comprar uma impressora 3D é fundamental ter conhecimento sobre como funcionam os fatiadores 3D. Esses programas permitem que objetos sejam construídos, camada após camada, tendo como base modelos criados digitalmente.
Uma boa compreensão das funcionalidades desses programas é vital para o resultado perfeito de cada impressão.
No conteúdo de hoje você vai aprender sobre os 3 fatiadores 3D mais utilizados do mercado: Simplify, Cura e o Slic3r. Então, confira agora o material e tire suas dúvidas!
O que são fatiadores 3D
Antes de tudo, você precisa saber que os fatiadores 3D são os programas responsáveis por transformar o modelo digital de um objeto num arquivo especial de formato GCODE. O programa tem a função de, literalmente, fatiar a peça em inúmeras camadas e definir as coordenadas que a impressora 3D deve seguir.
Dentro deste programa é possível definir a velocidade, a altura das camadas, a porcentagem de preenchimento da peça, os perímetros etc.
Fatiadores 3D e o passo a passo da impressão
O fatiamento é a segunda de quatro etapas que fazem parte do processo completo de impressão 3D. Para ser fatiada, é preciso que a peça tenha sido criada antes num software de modelagem digital. Confira abaixo uma explicação sobre cada um dos estágios:
modelo 3D: Nesta primeira etapa, um arquivo digital da peça é criado em um software de modelagem 3D e serve como base para o restante do processo. Programas como o Solidworks, CATIA e o Solid Edge são alguns dos mais utilizados hoje em dia;
fatiamento: Feita a modelagem, o arquivo é transformado pelo fatiador 3D no formato GCODE. O fatiamento é a hora de definir os parâmetros de impressão e as características que a peça vai ter;
impressão: Esse é o momento que a impressora 3D realmente começa a funcionar. Ela inicia a fabricação do objeto de acordo com as coordenadas exatas definidas pelo fatiador 3D;
finalização: Após a impressão do objeto, é normal que alguma parte precise de finalização. Esse acabamento pode ser por meio de lixamento, remoção de material (Raft 3D, Skirt ou Brim) ou uso de solventes.
Melhores fatiadores 3D
Como você pôde perceber, o fatiamento é uma parte muito importante num processo de impressão 3D. Por isso, é essencial utilizar bons programas durante os seus trabalhos. Veja a seguir quais são as melhores opções na opinião dos especialistas da 3D Lab:
Cura 3D
O Cura 3D é um programa gratuito, de código aberto, desenvolvido pela Ultimaker. Possui milhões de usuários em todo o mundo, de profissionais a iniciantes, e é considerados por muitos como o melhor software de fatiamento existente.
Seus perfis pré-definidos possibilitam uma introdução eficiente dos novatos ao mundo da impressão 3D. Além disso, possui mais de 200 configurações específicas que se adequam às mais variadas necessidades dos usuários. Veja mais alguns benefícios deste programa:
impressão de vários objetos ao mesmo tempo;
suporte aos formatos de arquivo STL, 3MF e OBJ;
código aberto;
integração direta com software de design e engenharia.
Simplify3D
O Simplify3D é um software que possui diversos recursos de acabamentos e métodos de fabricação. Em relação à edição de suportes é, com toda a certeza, um dos que mais mais evoluiu. Além disso, permite fácil edição de tipos de preenchimentos, entre outras funcionalidades. Confira mais alguns pontos positivos:
configurações de fatiamento variáveis;
visualização animada da impressão;
impressão avançada com várias peças;
controle sobre o ponto inicial de impressão (evita resíduo indesejáveis na peça).
Contudo, o único porém do Simplify3D está no preço. Na contramão do Cura e do Slic3r, que são gratuitos, para obter este software é necessário pagar uma licença de 149 dólares (valor de outubro de 2019).
Slic3r
O Slic3r é uma outra opção entre os fatiadores 3D.
Como ponto positivo, ele é super veloz e funciona muito bem em computadores lentos. Também tem o recurso que mostra como a alteração de configuração afeta o objeto que será impresso. Além disso, esse fatiador também é open source.
Como desvantagem, ele possui um perfil padrão muito amplo que pede conhecimentos específicos, atrapalhando a vida dos iniciantes. Além disso, peças grandes podem ter distorções indesejáveis.
Portanto, neste conteúdo você pôde aprender sobre fatiadores 3D e a função dos softwares dedicados mais populares. Viu que eles são de suma importância para todo o processo de impressão 3D e é preciso conhecê-los para saber imprimir com boa qualidade.
Agora, que tal você também conhecer mais sobre os tipos de filamentos para impressora 3D? Afinal, além de saber utilizar um fatiador 3D de qualidade, é fundamental entender as diferenças entre os filamentos existentes. Dominando as duas áreas é certo que a sua impressão 3D tem muito mais chance de sucesso!
A impressão 3D está revolucionando o mercado de arquitetura de forma intensa. Fazer parte disso não é só questão de escolha, mas também de adequação à realidade. Se muitos profissionais já estão utilizando a tecnologia e fazendo sucesso, será você que vai ficar de fora dessa?
Se você é arquiteto, provavelmente já deve ter passado pela infeliz situação de não ter o seu projeto aprovado, ou mesmo teve que modificá-lo totalmente. Na maioria das vezes isso acontece porque não é tão fácil transformar uma ideia em algo palpável e ainda utilizá-la para convencer outras pessoas sobre sua viabilidade.
E se eu disser que existe um jeito mais fácil de resolver essa situação com o uso da impressão 3D na arquitetura?
Sem dúvida alguma, o uso da impressão 3D na arquitetura virou tendência no mercado atual. Já existem empresas que materializam os projetos para entregar aos clientes antes da fase de construção. Isso com certeza aumenta muito o valor agregado e pode facilitar as vendas.
Todo o processo de impressão 3D é feito de forma relativamente simples: as impressoras 3D adicionam camada após camada de material, seguindo coordenadas pré-estabelecidas em softwares dedicados. Além disso, detalhes inacabados e pequenas imperfeições podem ser finalizados sem grandes problemas. Legal, não é mesmo?
Existem inúmeros outros benefícios que a impressão 3D trouxe e ainda vai trazer para a área da arquitetura. Confira neste conteúdo as possibilidades incríveis que já estão ajudando a mudar esse mercado!
Como as impressoras 3D são aplicadas na Arquitetura?
Produção de sketches e desenhos digitais
Imagine que você está trabalhando numa grande ideia de projeto. Fez um sketch e um desenho digital, mas gostaria de ver esse projeto com detalhes mais realistas e tangíveis. Só que o seu tempo está corrido e uma possível modelagem vai demandar toda a sua dedicação. Por causa disso, o restante do trabalho ficará paralisado por algum tempo. O que você faria?
Eu no seu lugar usaria tudo o que a tecnologia de impressão 3D tem a oferecer! Com a utilização de uma impressora 3D, o trabalho que antes dependia da sua disposição e do seu tempo é gerado enquanto você pode cuidar de outros processos importantes.
Claro que nem todos os projetos serão impressos em minutos ou horas, mas com toda a certeza demandarão menos tempo do que se fossem feitos por mãos humanas.
Além disso, estruturas complexas são produzidas com alta qualidade e eficiência. Por este motivo, a utilização da impressão 3D na arquitetura tem ajudado na melhora permanente dos modelos da área.
Quais são os benefícios da impressão 3D na arquitetura?
Além da redução do tempo e aumento da produtividade e eficiência, podemos facilmente perceber mais alguns benefícios da impressão 3D na arquitetura. Tais como:
Design nota mil
Falhas relacionadas ao design, ao equilíbrio ou à engenharia poderão ser facilmente identificadas e resolvidas durante o processo de impressão 3D. Afinal, ninguém quer que algum erro prejudique o projeto já em fase de acabamento. Além do mais, o uso das máquinas de impressão ajuda a acelerar o lançamento do produto no mercado.
Outro ponto importante tem a ver com a liberdade criativa dos arquitetos no momento de construir o que foi projetado. Por meio da tecnologia das impressoras 3D, detalhes ou acabamentos podem ser facilmente realizados. Isso representa uma quebra profunda de paradigmas e maior independência do profissional em relação aos padrões da indústria.
Maior satisfação dos clientes
Se tem uma coisa na qual todos os profissionais e escritórios que utilizam a impressão 3D na arquitetura concordam é que as apresentações de projetos feitos nessas máquinas ajudam na comunicação com os clientes e ainda potencializam os fechamentos de contratos.
As pessoas gostam de serem surpreendidas! Também gostam de saber cada detalhe, tocar e sentir. Os modelos 3D são perfeitos porque permitem uma interação mais precisa do contratante com o que realmente vai ser realizado.
Custo-benefício
Você pode estar pensando que devido a todos esses benefícios, o preço para obter e instalar um modelo de impressora 3D no seu negócio é bastante elevado. Contudo, a realidade é bem mais acessível do que você imagina.
Aqui na 3D Lab você encontra ótimas impressoras a partir de 2 mil reais. É um excelente investimento para profissionais e empresas de todos os portes.
Possibilidades infinitas
Não são só os pequenos projetos que podem ser feitos com as impressoras 3D. Na China, um equipamento de 7 metros de altura construiu uma casa inteira em 24 horas!
Além disso, a técnica evita o desperdício de material e possibilitou uma obra mais barata: metade do preço da construção original.
É claro que para construções desse porte e tipo a tecnologia é bem diferente, mas os princípios são os mesmos.
Devo investir em impressoras 3D?
Como você pôde perceber, são inúmeros os benefícios que as impressoras 3D trazem para a área da arquitetura. E utilizar essa tecnologia é uma vantagem competitiva que auxilia na manutenção e atração de clientes.
Imagine que você é um cliente e está esperando dois projetos: o primeiro feito por uma empresa que possui uma impressora 3D e o segundo por outra que faz maquetes manualmente. A primeira empresa te entrega o projeto em um dia e a outra só disponibiliza após uma semana e meia. Com qual você faria esse trabalho? Nem precisa responder, não é mesmo?
Portanto, ter uma impressora 3D para realizar os seus projetos não é só mera comodidade. Ela pode ser o diferencial que você precisa para conseguir mais clientes!
Aqui na 3D Lab você encontra todas as soluções disponíveis para impressão 3D no Brasil.
Então, se você quiser saber mais sobre como utilizar a impressão 3D na arquitetura, entre em contato conosco e vamos te atender com o maior prazer.
Técnicas como o Raft 3D, Brim e o Skirt possibilitam melhores resultados em impressões 3D. Elas permitem uma fixação mais eficiente do objeto na mesa durante a impressão, além de regular o fluxo de material.
O Raft 3D, Brim e Skirt são recursos fundamentais para uma impressão 3D perfeita! Quando o filamento não adere completamente à camada base podem ocorrer diversos problemas e nem sempre eles são notados ou acontecem logo no início daimpressão 3D. Isso gera desperdício de filamento, de dinheiro e até mesmo do seu tempo.
Por isso, uma pequena preparação extra no início dos trabalhos pode melhorar muito a confiabilidade de suas impressões. E isso pode ser feito com a utilização de alguma dessas três técnicas já bastante difundidas.
Você sabe dizer como esses recursos podem lhe ajudar a melhorar o seu processo de impressão? Veja neste conteúdo o momento certo para utilizar cada um deles e suas principais características!
O que é Raft 3D
O Raft 3D é uma camada horizontal descartável que fica sob a peça a ser impressa. O objeto é impresso na parte superior desta camada, em vez de diretamente na superfície de criação. O Raft é composto por um número pré-determinado de camadas, com uma porcentagem de preenchimento específica, que se estende a uma certa distância dos lados do objeto.
Essa técnica é utilizada principalmente como filamento ABS para ajudar a controlar possíveis empenamentos e favorecer a aderência da peça à mesa de impressão. Como a área de superfície do Raft é maior que a base da peça, suas bordas são muito mais propensas à deformação, deixando a peça a salvo de qualquer possível inconveniente.
O Raft 3D é utilizado para auxiliar na estabilidade de modelos com apoios pequenos. Também serve para criar uma base sólida sobre a qual será construído o objeto. Assim, ele servirá de apoio para objetos maiores e também mais pesados.
Além disso, ele permite que as camadas inferiores entrem em contato com outra camada de plástico. Isso faz com que haja menos difusão do que a impressão na própria mesa.
No processo, se for utilizado um filamento solúvel, é necessário deixar um espaço entre o Raft e a peça. Essa distância ajudará na remoção após o resfriamento do objeto. Assim, desde que esteja configurado corretamente para o seu material, removê-lo mais tarde fica fácil.
Quando usar o Raft 3D
deformação: imprimir um Raft durante o trabalho utilizando o filamento ABS ajuda a evitar que a impressão se deforme;
maior aderência à mesa: a impressão do Raft também auxilia na obtenção de uma melhor aderência à mesa. Também ajuda a agir como uma precaução a falhas;
apoios pequenos: a peça a ser impressa pode ter apoios pequenos na base, sobre as quais uma estrutura pesada é construída. Nesse caso, recomenda-se criar um Raft como medida de segurança contra falhas.
Configuração para aplicação do Raft 3D
Aqui estão alguns termos para que você possa ajustar na sua impressora para obter melhores resultados ou simplesmente usar menos filamentos quando imprimir utilizando o Raft:
Raft Top Layers (Camadas superiores do Raft): é o número de camadas de interface impressas na parte superior do Raft. Seu modelo será impresso em cima dessas camadas. Então, normalmente coloca-se de 2 a 3 camadas para garantir uma superfície mais lisa;
Raft Base Layers (Camadas da base do Raft): é o número de camadas mais grossas na parte inferior do Raft. Essas camadas são impressas mais lentamente e com maior espessura para garantir uma forte ligação à plataforma de criação;
Raft Offset from Part (Deslocamento da peça): é a distância da borda que fica para fora da peça;
Separation Distance (Distância de separação): é a altura do intervalo de ar que fica entre a base e a peça. É um equilíbrio entre garantir que a peça esteja próxima o suficiente para aderir ao Raft quando a impressão começar e ter espaço de ar suficiente para garantir uma remoção fácil assim que a impressão terminar. Normalmente, ter uma folga de pelo menos 0,1mm ajudará a manter a peça conectada ao Raft, além de permitir uma fácil separação quando a impressão estiver completa;
Above Raft Speed (Acima da velocidade da base): é a configuração utilizada para personalizar a velocidade da primeira camada da peça impressa na parte superior da superfície do Raft. Usar uma velocidade lenta para essa camada também ajudará a peça a permanecer conectada ao Raft durante a impressão.
Como remover o Raft 3D da impressão
Após a impressão e resfriamento da peça você pode pegar o Raft e começar a retirá-lo da peça. Ficando assim um acabamento superficial de alta qualidade na parte inferior da sua impressão. Normalmente, o processo de retirada pode ser feito com as mãos, mas, para peças muito delicadas, você pode usar uma espátula fina ou uma pinça para ajudar.
Para isso, coloque a espátula ou uma faca larga entre a base da sua impressão e suavemente alivie esse lado. Quando uma borda é removida, é mais fácil retirar o restante. Ocasionalmente você pode precisar de uma lixa para suavizar a base.
As vantagens em utilizar o Raft 3D
Em certas impressoras 3D que têm uma base de grande dimensão e cujo nivelamento exato é muito difícil de conseguir, é aconselhável utilizar sempre o Raft, ao invés das outras técnicas. Pois o suporte, na maioria da vezes, é fácil de eliminar e não deixa praticamente nenhuma sobra na peça.
Ele proporciona menos problemas de deformação com materiais como o ABS. Também melhora a adesão à mesa, levando a maiores chances de sucesso na impressão. Além de a saída de impressão ser consistente e a primeira camada mais forte.
As desvantagens em utilizar o Raft 3D
Algumas das desvantagens de usar o Raft 3D podem ser relacionados com as configurações de impressão, em que ele pode ser difícil de remover, especialmente com um Raft 3D mais denso.
Além disso, a parte inferior não será aquela super lisa de quando a peça é impressa diretamente sobre a superfície da mesa (acabamento áspero na camada inferior do modelo).
Ainda existe a possibilidade de quebrar a peça ao removê-lo, especialmente com componentes de modelo pequenos.
O que é Brim
O Brim é uma técnica especial que é anexada às bordas do modelo. Normalmente, ele é impresso com um número maior de contornos para criar um grande anel em torno da peça. Assim, assemelhando-se à borda de um chapéu. As bordas do Brim costumam ser usadas para segurar as bordas da peça, o que pode impedir o empenamento e ajudar na adesão à mesa.
Ele é basicamente um contorno de plástico que é colocado na primeira camada do modelo, proporcionando uma melhor aderência à superfície de impressão. Ele não se estende sob a impressão como o Raft, e sim apenas da borda da impressão até uma distância definida.
Quando usar o Brim
O Brim pode ser uma opção melhor que o Raft (que também ajuda na aderência) em certas situações, já que a borda pode ser impressa muito mais rapidamente e usar menos filamento. Ele também pode ajudar a evitar empenamentos que podem ocorrer durante impressões utilizando filamentos ABS.
Embora não seja especialmente necessário para imprimir com filamentos como o PLA, o Brim ainda facilita a remoção das impressões. Dessa forma, os usuários podem adicionar ele como uma precaução de segurança.
Raft 3D e Brim
Tanto o Raft 3D quanto o Brim ajudam na aderência e ambos podem ser usados para estabilizar objetos que possuem pontos de contato muito pequenos com a superfície de impressão. No entanto, para objetos menores ou mais delicados, o Brim pode ser melhor utilizado do que o Raft 3D, pois ele tem apenas contato com a borda externa do modelo através de uma camada muito fina.
Alguns materiais, como o ABS, podem sofrer deformação durante o processo de resfriamento. Por isso pode valer a pena utilizar o Brim para ajudar na adesão, mais ainda nas estruturas de suporte, que tendem a ser muito pequenas e geralmente são interrompidas durante a impressão. Assim, é sempre uma boa ideia imprimir suportes com Brim.
Configuração para aplicação da técnica
Para configurar um Brim no Simplify3D, defina o deslocamento para 0 mm, de modo que a aba esteja tocando as bordas do seu modelo. Em seguida, aumente o número de contornos para 5 ou mais para criar um anel largo em torno de sua peça. Você pode aumentar ainda mais o número de contornos se precisar aumentar a área de superfície da aba para uma adesão extra.
Agora, quando você começar a imprimir, o Brim servirá como escora e como assistente de adesão! Após a conclusão da impressão, a borda fina deve se soltar facilmente da parte sólida. Se você achar que ele está preso com muita firmeza, pode aumentar ligeiramente a compensação da aba para 0,1 ou 0,2 mm para adicionar um pequeno espaço entre a aba e a peça.
Como remover o Brim da impressão 3D
Após a impressão e resfriamento basta retirá-lo da peça a qual ele está anexado. Você pode querer lixar a base da impressão, se houver alguma seção grossa sobrando. Uma ferramenta de rebarbação também é uma ótima maneira de remover o Brim.
As vantagens de utilizar o Brim em relação ao Raft 3D
Evita problemas de deformação de materiais como o ABS, além de melhorar na adesão da mesa, levando a maiores chances de sucesso na impressão. Normalmente é fácil de remover em comparação com o Raft 3D. Seu acabamento é mais suave, pois a borda apenas toca a parte externa da impressão. E sua principal vantagem em relação ao Raft 3D é a menor quantidade de material utilizado para posterior descarte.
As desvantagens do Brim
Os pontos de contato com a peça devem ser lixados para um bom acabamento superficial. Existe ainda a possibilidade de quebra da peça ao remover a aba, especialmente com pequenos componentes do modelo.
O que é Skirt
Essa é a técnica mais comum utilizada na impressão 3D. Ela consiste em fazer um contorno envolvendo a peça, mas que não a toca em nenhum ponto.
A técnica consiste em imprimir uma “saia” ao redor de onde ficará a peça antes de começar a imprimi-la. O Skirt tem como finalidade regular o fluxo de filamento e garantir que, ao imprimir a peça, o material esteja de acordo.
Certamente, essa é uma excelente maneira de saber como o equipamento está funcionando e como o material está fluindo. É fácil garantir que o material esteja fluindo adequadamente e sendo colocado corretamente antes que a impressão do modelo seja iniciada.
Para isso, basta utilizar um Skirt com apenas algumas camadas impressas a uma velocidade relativamente baixa, para que se possa ver o que está acontecendo. Se a impressão do Skirt ocorrer da maneira correta, basta deixá-la continuar.
Porém, se isso não acontecer, você pode cancelar a impressão e ter tempo para fazer os ajustes necessários, economizando tempo, dinheiro e matéria-prima.
Quando usar o Skirt
Mesmo um Skirt com poucas camadas ajuda a garantir uma excelente impressão 3D.
Portanto, é aconselhável utilizar o Skirt em qualquer impressão, pois ele auxilia em algumas funções úteis para preparar a extrusora e detectar qualquer problema de impressão antes de começar a imprimir a peça.
Configuração para aplicação da técnica
extrusão do Skirt: o primeiro passo é escolher a extrusora que será utilizada para imprimir o Skirt. Isso permite que você já inicie o processo de impressão com várias extrusoras. Se você quiser todas as suas extrusoras, selecione a opção “Todas as Extrusoras”. Essa etapa, claro, é necessária se tiver mais de uma extrusora;
camadas do Skirt: definir quantas camadas você deseja incluir no seu Skirt. Normalmente, é uma preparação para extrusora. Mas pode ser uma segunda opção para ajudar a criar um Skirt mais robusto que pode ser retirado da cama mais facilmente;
distância entre o Skirt e a peça: definir quão longe as bordas ficarão da sua peça;
contornos do Skirt: é a quantidade de loops que você pode imprimir em torno do seu modelo. Caso precise preparar a sua extrusão com mais filamento deve-se aumentar este valor.
As vantagens do Skirt
ajuda na verificação da extrusora;
detecta problemas durante a impressão;
usa menos material do que o Raft ou o Brim;
verificação simples antes do início da impressão, o que pode economizar tempo, esforço e dinheiro;
ajuda na definição da área de impressão.
As desvantagens
Uma pequena rebarba descolada pode atrapalhar o início da impressão. Portanto, fique atento ao iniciar qualquer trabalho e tenha sempre uma pinça em mãos para retirar qualquer fiapo que posso atrapalhar a construção da primeira camada.
Portanto, vimos que tanto o Raft, quanto o Brim e o Skirt são maneiras fáceis de melhorar o resultado de sua impressão 3D. Vale lembrar que apesar de você usar mais filamento quando as utiliza, essas técnicas lhe ajudam a poupar o insumo de uma impressão que não deu certo por problemas que elas poderiam evitar.
Em resumo, toda precaução é válida quando se trata de obter melhores resultados em sua impressão 3D.
Agora que você conhece um pouco mais sobre essas 3 técnicas de auxílio em sua impressão 3D não tem mais desculpas para deixar sua impressora parada ou ficar lutando para conseguir aderência e resultados perfeitos!
E então, conseguimos tirar suas dúvidas quanto às diferenças entre o Brim, Raft 3D e Skirt? Deixe seu comentário aqui e participe dessa discussão!
Escolher o melhor filamento para impressora 3D é fundamental para ter peças de alta qualidade. Reunimos neste conteúdo 4 dicas especiais para escolher o MELHOR filamento para impressora 3D de acordo com a sua necessidade!
Sem tempo para ler? Então ouça este conteúdo clicando no player a seguir:
A tecnologia de impressão 3D vem avançando bastante nos últimos anos. Várias empresas já identificaram o potencial e estão investindo em inovações, aplicando novas tecnologias e funções nas impressoras e também desenvolvendo novos materiais.
No Brasil, a 3D Lab é referência em desenvolvimento de filamento para impressora 3D, com estruturas de laboratório e fabricação voltados para esses produtos. No entanto, diante das opções, a escolha do melhor filamento para cada projeto pode gerar dúvidas.
Neste post vamos apresentar os materiais disponíveis e as maneiras de se encontrar o mais indicado para o seu projeto. Confira!
Quais são os principais filamentos para impressora 3D?
Hoje, o filamento para impressora 3D permite que se crie objetos com características completamente diferentes entre si. Então, com uma mesma impressora você pode criar de peças de decoração até objetos utilizados em grandes projetos de engenharia. Elas podem ter alta resistência mecânica e química assim como podem ter uma aparência rústica.
Veja alguns dos principais filamentos 3D:
1. Filamento PLA
O PLA (ácido poliláctico) é fabricado a partir de fontes renováveis e não é prejudicial para a sua saúde ou ao ambiente quando as peças são descartadas.
Material de fácil impressão, possibilitando a utilização em impressoras abertas ou fechadas, com ou sem mesa aquecida.
Por sua baixa contração (warp) ele é indicado para peças grandes e técnicas, com dimensional controlado, além de peças que serão expostas à esforço de abrasão, por possuir dureza superficial elevada em comparação a outros materiais. Suas cores são brilhantes e possibilitam a impressão de peças bem vibrantes.
2. Filamento ABS
O ABS é um material muito utilizado nas indústrias. Sua resistência à temperatura e absorção de impactos o torna um material apto para impressoras 3D. Além disso, sua cor opaca tem um visual agradável para peças que necessitam de menos brilho.
Uma característica muito atrativa do ABS é a facilidade de acabamento após a impressão. Por ser um material de dureza superficial baixa, se torna abrasivo e fácil de lixar, além de possuir a acetona como solvente.
Se a peça impressa em ABS possui um aspecto mais opaco, o acabamento com acetona dá mais brilho e consegue corrigir algumas imperfeições que podem ser geradas. Mas lembre-se que a acetona deve ser pura e manuseada com cuidado por ser muito volátil.
A 3D Lab fabrica e fornece o ABS Premium, um material que foi desenvolvido para corrigir algumas falhas do ABS comum, como warp, cheiro forte e falhas na adesão entre camadas.
3. Filamento PETG
O filamento PETG é o material mais nobre da nossa lista. Pois, além de ser um material muito resistente mecanicamente, quimicamente e a temperatura, é um material com alta facilidade de impressão. Assim como o PLA, pode ser utilizado em impressoras abertas ou fechadas, com ou sem mesa aquecida.
Resumidamente, ele apresenta a facilidade de impressão do PLA aliado as propriedades do ABS, o que é ótimo para a impressão 3D.
Além disso, ele tem alta resistência química, o que permite utilizá-lo em peças que sofrerão interferência com algum reagente. Ele não apresenta warp significativo, possibilitando a impressão de peças grandes.
Além dos filamentos já citados, existem alguns outros que também possuem excelentes características. Podemos chamá-los de filamentos especiais. Confira alguns deles nos próximos itens.
4. Filamento Flexível
Um dos filamentos para impressora 3D especiais produzidos em nossa fábrica é o filamento flexível. Esse produto consegue ampliar a utilização da impressora 3D em peças que precisam de uma boa flexibilidade.
O filamento flexível tem aplicações bem interessantes, como a criação de palmilhas, anéis de vedação, pulseiras e outras coisas. No entanto, para imprimir esse material com perfeição e evitar problemas é necessário observar a sua impressora.
Caso haja folga excessiva entre o tracionador e o extrusor o filamento flexível pode dobrar e interromper a impressão. O mais indicado é que você converse com o fabricante da máquina ou material para avaliar a possibilidade antes da compra.
5. Filamento PLA Flex
O filamento PLA Flex é outro desenvolvimento da 3D Lab e foi criado para facilitar a impressão de um filamento flexível. Como mostrado no tópico anterior, para imprimir com o flex não deve haver uma folga excessiva entre o tracionador e o extrusor. Já no caso do PLA Flex isso não é necessário.
O PLA Flex é um pouco mais rígido do que o flexível normal e isso facilita muito a impressão. Então, você poderá imprimir com os mesmos parâmetros do PLA (inclusive velocidade de impressão!), com exceção da temperatura de extrusão, que no PLA Flex deve ficar entre 230 e 245°C, diferente também do PLA normal.
6. Filamento Solúvel (HIPS)
Filamento solúvel, ou HIPS, é uma mistura de material de poliestireno e borracha. Como ele se dissolve na solução de d’limoneno, é frequentemente usado para material de suporte, eliminando a necessidade de remoção por meio de abrasivos, ferramentas de corte ou quaisquer outras coisas que deixem sua impressão com acabamento superficial inferior.
7. Filamento de Madeira (Wood)
O filamento de madeira é um material especial produzido com fibras de madeira e PLA. Esse filamento para impressora 3D permite criar peças bem interessantes, com visual rústico, ideal para peças decorativas.
Quais as principais propriedades técnicas de cada material?
Com o avanço da tecnologia os materiais para impressora 3D desenvolvidos estão se multiplicando. Cada dia a necessidade em atender às solicitações específicas dos usuários aumenta. No entanto, inicialmente, os filamentos foram desenvolvidos para usuários com um padrão geral de peças.
Porém, quanto mais técnica e detalhadas se tornam as peças, cresce a necessidade dos materiais suportarem requisitos de cada projeto, como temperatura, resistência mecânica, resistência química etc.
Abaixo segue um gráfico que exemplifica as diferenças mecânicas dos principais materiais utilizados em impressoras 3D.
Gráfico comparativo
O gráfico acima mostra as características dos principais materiais ofertados pela 3D Lab. Os dados foram coletados a partir de análise de laboratório, com os materiais fabricados aqui.
Como escolher o material ideal?
Então, agora que você já conhece os principais filamentos para impressoras 3D, vamos dar 4 dicas para escolher o material ideal para seu projeto.
1. Verifique a aplicação da peça
Uma análise muito importante é quanto a aplicação da peça.
Para que serve a peça?
Quais as condições que ela ficará exposta?
Ela vai trabalhar em alta temperatura ou em contato com algum reagente?
Esses são exemplos de questionamentos que lhe ajudarão a definir o melhor material para a sua impressão.
A análise de aplicação serve para imprimir uma peça que de fato vai atender as necessidades e também para a questão do custo. Talvez a peça que você deseja fabricar não tem nenhuma necessidade específica e pode ser impressa com um material mais barato.
Ou então ela tem uma característica específica que se for utilizado o material de menor custo, ela não atenderá e será necessário imprimir novamente, com o material adequado. Isso pode aumentar muito o custo final do projeto.
2. Verifique as características da sua impressora
Como dissemos, entre os três materiais principais, o PLA e o PETG podem ser impressos em qualquer impressora. No entanto, o ABS é indicado principalmente para impressoras fechadas e com mesa aquecida. Se sua impressora não tem essas características, isso pode ser uma limitação na escolha do material.
Por isso, fique atento a este ponto e não compre um material que sua impressora não consegue trabalhar. Se você ainda não tem uma impressora 3D, é importante considerar os objetivos para escolher a melhor opção.
Caso queira ajuda para encontrar qual é a melhor impressora 3D para comprar, confira esse conteúdo especial:
Se você já analisou a aplicação da peça e conferiu se sua impressora consegue trabalhar com o material, agora é hora de verificar a disponibilidade do filamento. Algumas empresas que fornecem filamentos trabalham só com os materiais básicos.
A 3D Lab é especializada no desenvolvimento de materiais, produzindo seu próprio filamento para impressora 3D. Ou seja, você encontrará uma gama de opções, entre materiais e cores. Hoje, a empresa fabrica e fornece o PLA, ABS Premium, Flexível, PLA Flex, Wood (madeira), PETG e HIPS (solúvel). Além disso, é oferecida uma quantidade muito grande de cores, chegando a quase 20 variações de acordo com o material.
4. Estime o orçamento
Muitas pessoas estão usando a impressora 3D para oferecer serviços de impressão. Mas para isso é necessário calcular o custo do trabalho. Em outras palavras, você deve levar em conta os seguintes pontos:
adequação do modelo 3D se necessário;
trabalho de acabamento;
insumo;
tempo de impressão;
investimento na máquina;
taxa de desperdício;
energia elétrica gasta;
margem de lucro.
Exemplo
Analisando cada ponto e quantificando-os é possível perceber que o custo do filamento para impressora 3D em relação ao custo total do projeto é pequeno. Como exemplo, podemos pensar em uma peça que leva 20 horas para ser impressa.
Normalmente, os profissionais da área cobram entre R$20,00 e R$40,00 por hora de impressão. Então considerando que essa peça de exemplo gaste 400g de material, com o quilo custando R$129,90, o valor do filamento corresponde a R$51,96, sendo que o valor do projeto foi de R$600,00.
Ou seja, o custo de material correspondeu a somente 8,7% do valor do projeto. Veja a conta abaixo:
Quilo do material (1000g): R$129,90 (PLA)
Peso gasto no projeto: 400g
Gasto com material: R$51,96
Preço cobrado por hora de impressão: R$30,00 a hora
Tempo de impressão gasto: 20 horas
Preço cobrado: R$600,00
Gasto com filamento: 8,7%
Analise cada custo e veja as melhores opções dadas as especificidades do projeto.
A escolha do filamento para impressora 3D é determinante no projeto, pois cada peça tem suas características e essas devem ser atendidas pelo material de impressão.
Para escolher o material ideal e não perder tempo com outras opções é preciso avaliar a aplicação da peça, as características da impressora, a disponibilidade do material e o custo do projeto. Pois, analisando cada ponto dessa lista você fará as melhores escolhas para a construção da sua peça, atingindo o máximo de qualidade e aplicabilidade.
Portanto, analise bem cada opção e veja quais mais se encaixam nas suas necessidades. Lembre-se de sempre prezar por filamento para impressora 3D de qualidade!
Agora que você já sabe como escolher o melhor material, conheça as nossas opções na Loja Virtual!
A injeção plástica já conquistou seu espaço no mercado. Com um único molde é possível criar milhares de peças semelhantes, com uma velocidade expressiva. Porém, dependendo do volume de peças o custo do molde pode ser um empecilho. Nesse contexto, será que a impressão 3D pode ser a melhor opção?
Sem tempo para ler? Então ouça este conteúdo clicando no player a seguir:
A injeção plástica é um dos métodos de fabricação mais tradicionais em todo o mundo. Diversas empresas utilizam esse processo para criar seus produtos, principalmente quando o volume de tiragem é alto. No entanto, a impressão 3D vem conquistando espaço e pode ser uma opção à injeção.
Algumas questões ainda deixam dúvidas para quem deseja saber mais sobre a comparação dos dois processos. Custos envolvidos, prazo de fabricação e volume de tiragem são alguns desses pontos que precisam ser analisados.
Por isso, criamos este conteúdo para lhe mostrar quando exatamente vale mais a pena a injeção plástica e quando você pode partir para a impressão 3D. Leia o conteúdo na íntegra!
As características da injeção plástica
O processo de injeção plástica acontece, basicamente, em três etapas: aquecimento da matéria prima, injeção no molde e resfriamento da peça.
A matéria prima geralmente é condicionada em grãos. Ela é preparada e aquecida até formar uma consistência que consiga preencher o molde. Então, o material é inserido nesse molde, tomando a forma da peça que se deseja.
Após o preenchimento a peça deve ser resfriada para, posteriormente, ser retirada do molde. Em alguns casos o objeto precisa de um acabamento final para retirar qualquer rebarba que possa existir.
Analisando dessa forma o processo pode ser visto como simples, mas um fato pode pesar no orçamento: o custo do molde. Essa ferramenta precisa ser muito bem planejada, uma vez que ela tem impacto direto na qualidade do produto fabricado.
Algumas variáveis que cabem ao molde são:
geometria do produto fabricado e ângulos de saída;
sistema de resfriamento;
confiabilidade mecânica das partes móveis;
definição do plano de manutenção preventiva;
acabamento superficial da cavidade;
quantidade de cavidades no mesmo molde;
O material do molde também deve ser especificado pensando na matéria prima a ser moldada e vida útil. Então, tudo isso faz com que ele tenha um custo considerável. Se a tiragem, ou volume de peças a serem moldadas, for baixa, a diluição do custo da ferramenta pode impactar significativamente na margem de lucro do negócio.
Em contrapartida, a velocidade do processo de fabricação por injeção é um elemento positivo.
As características da impressão 3D
Na impressão 3D a matéria prima inicial também está na forma de granulados. Esses grãos são usados para fabricar os filamentos das impressoras FDM (Fusão por Deposição de Material).
Os usuários da impressão 3D já recebem o material em forma de filamento. Na impressora, esse filamento é aquecido em um sistema de resistência e depositado na superfície de impressão, gerando a peça.
Na impressão 3D não há moldes. Portanto, basta criar o projeto usando um software de modelagem, como o SolidWorks, e depois configurar os parâmetros no software de impressão, como o Cura ou Simplify 3D.
Não há necessidade de um molde e uma mesma impressora é capaz de criar quantas peças forem necessárias, com geometrias diversas, entretanto, o tempo pode ser um problema. O processo de impressão é considerado lento quando comparado com a injeção.
É importante deixarmos claro já aqui que a impressão 3D é capaz de criar peças finais, não apenas protótipos. Até por isso estamos comparando os processos de impressão e injeção.
Uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial divulgou que 41% das empresas globais pretendem investir em impressão 3D até 2022. No Brasil esse percentual chega a 49%.
A pesquisa ainda relaciona cada departamento com a intenção do investimento. Veja no gráfico abaixo:
Analisando esses dados enxergamos que a impressão 3D é uma realidade e que as empresas precisam se preparar para abraçar essa nova tecnologia. As possibilidades são bem interessantes, principalmente para criação de protótipos e peças finais.
Quando vale a pena usar a injeção plástica ou a impressão 3D
Você precisa fabricar uma certa quantidade de peças. O que é melhor: investir no molde e no processo de injeção plástica ou fabricar com impressora 3D? Vamos esclarecer e responder isso agora!
Para chegar a essa definição nós precisamos coletar os seguintes dados:
qual é o volume dimensional da peça a ser criada?
qual material deve ser usado para criar essa peça? Ela precisa ter características mecânicas físicas específicas?
quantas peças serão fabricadas?
qual é o prazo disponível para fabricação?
Agora, vamos responder cada um desses pontos nos tópicos a seguir:
Volume dimensional
O volume dimensional da sua peça pode ser um limitador para a impressão 3D. As impressoras têm uma área útil determinada. No mercado nacional é possível encontrar modelos desde 200x200x200mm (comprimento, profundidade e altura) até modelos maiores, de 400x400x400mm ou mais.
No entanto, se a sua peça tem dimensões maiores do que essas medidas você deve analisar se ela pode ser dividida em partes ou se precisa ser inteiriça. Se puder ser dividida isso não vai gerar problemas para a impressão, mas se isso for um limitador, devemos partir para a injeção plástica.
Além disso, devemos nos lembrar que quanto maior for a peça a ser injetada, maior será o molde e a injetora, elevando bastante o custo.
Material da peça e características mecânicas
O segundo ponto de análise é o material da peça. No momento de criar o projeto você deve analisar qual é a finalidade daquele objeto, quais são as características básicas. A peça sofrerá esforço mecânico? Ela estará exposta a temperaturas elevadas? Haverá contato com agentes químicos?
É necessário analisar essas informações, independente do método de fabricação a ser adotado. Com esses dados você chegará ao material que pode ser empregado para fabricar.
Da mesma forma na impressão 3D convencional ou na injeção plástica a matéria prima é o polímero. Existem variações desse polímero em ambos os processos. Na impressão tem-se diferentes materiais, como PLA, ABS, PETG, Flexível e outros.
Analise qual material vai atender a sua demanda e se há disponível nos dois processos de fabricação.
Quantidade de peças
A quantidade de peças que você precisa criar pode ser outro determinante para qual método de fabricação escolher. A Sculpteo fez uma avaliação dos custos envolvendo a fabricação de peças por processo de injeção plástica e por processo de impressão 3D pelo tipo SLS.
O SLS é um processo de impressão que não usa filamentos. A matéria prima geralmente é um polímero em forma de pó e a peça é criada pela sinterização desse material.
Vale ressaltar que tanto a impressora como a matéria prima da impressão 3D do tipo SLS são bem mais caros do que no modo FDM.
Porém, vamos usar os dados da pesquisa como uma referência. Veja a análise abaixo:
OBSERVAÇÃO: Os custos da impressão SLS são bem mais altos do que na FDM (impressoras 3D do tipo SLS custam a partir de R$150 mil ~ R$200 mil, enquanto uma impressora 3D FDM profissional já é encontrada por aproximadamente R$ 6 mil). Além disso, o custo do material também é bastante significativo. Isso faz com que o gráfico comparativo de injeção plástica e impressão 3D FDM tenha o ponto de intercessão bem mais adiante do que mostrado anteriormente. Além disso, cada peça terá um gráfico diferente. O mostrado é apenas como exemplo.
Portanto, essa imagem mostra os custos envolvidos para a fabricação de um suporte para Go Pro. Foram comparados os processos de fabricação por injeção plástica e pela impressão do tipo SLS, variando o volume de tiragem e o custo para tal, em euros. A linha na cor azul clara corresponde ao custo do processo de injeção plástica. O azul escuro é a impressão 3D.
Nessa peça, as duas linhas do gráfico se interceptaram em aproximadamente 486 unidades. Ou seja, abaixo de 486 peças é mais vantajoso fabricar usando impressoras 3D do tipo SLS. Acima dessa quantidade já vale mais a pena a fabricação por injeção plástica.
Os cálculos para se chegar a esse resultado levaram em consideração custo do ferramental, matéria prima e produção, no caso da injeção; e impressora 3D, matéria prima e produção, no caso da impressão 3D.
O gráfico mostrado ainda vai variar de acordo com a peça, além da tecnologia de impressão usada.
Prazo
Por fim, vamos considerar o prazo para confecção das peças.
Na impressão 3D o tempo de criar uma única peça é muito maior do que quando comparamos com uma peça individual injetada. No entanto, na injeção não podemos nos esquecer do prazo para fabricação do molde, que pode ser bastante elevado.
Além disso, uma alternativa para reduzir o impacto do tempo na impressão é trabalhar com várias máquinas ao mesmo tempo.
Outro ponto é o setup. Se você tem diferentes modelos de peças para criar, na injeção é preciso levar em consideração o tempo de troca do ferramental, além da fabricação de cada um deles. Na impressão 3D praticamente esse tempo corresponde a selecionar o modelo desejado e colocar para imprimir.
Portanto, vimos neste artigo que a impressão 3D e a injeção plástica são métodos de fabricação complementares. Isso porque é super interessante utilizar a impressão 3D para criar protótipos de validação antes de investir em todo o ferramental envolvido na injeção plástica para fabricar uma quantidade maior de produtos.
Então, a injeção é mais indicada quando o volume de uma mesma peça é bem elevado. Já a impressão 3D consegue ser mais eficiente em volumes menores ou quando se precisa criar várias peças diferentes.
Sobre o volume, você ainda deve considerar trabalhar com mais de uma impressora, assim consegue otimizar a produção e aumentar a produtividade.
Agora, quero saber de você: sua empresa está pronta para a impressão 3D? Se tiver dúvidas ou quiser saber como aplicar a impressão 3D no seu processo de produção, entre em contato agora mesmo. Oferecemos uma consultoria personalizada para entender sua necessidade e propor as melhores soluções.
Então, preencha o formulário abaixo e um de nosso especialistas entrará em contato com você.
Nós utilizamos cookies para personalizar anúncios, gerar dados estatísticos e garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site.
Conheça nossa Política de Privacidade e Política de Cookies.